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A Regra Áurea

12 Setembro 2008

Observar a Regra Áurea
Deus muitas vezes desperta alguém que livre os pobres de serem levados a situações que seriam perda para eles, mesmo que isto seja para seu prejuízo. Este é o dever do homem para com seu semelhante. Tirar vantagem da ignorância de uma pessoa porque ela não está apta a discernir as conseqüências de um determinado procedimento, não é correto. É dever de seu irmão pessoalmente expor-lhe a questão de maneira clara e fiel, com todos os pormenores, para não agir cegamente, e invalidar os recursos a que tem direito. Quando os homens observam a regra áurea: Fazei aos outros o que quereis que os outros vos façam, muitas dificuldades agora existentes seriam depressa contornadas. Carta 85, 1896.
A regra áurea, implicitamente, ensina a mesma verdade apresentada noutra parte do Sermão da Montanha que “com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”. Luc. 6:38. Aquilo que fazemos aos outros, seja bem ou seja mal, terá, certamente, sua reação sobre nós, quer em bênção quer em maldição. Tudo quanto dermos, havemos de tornar a receber. As bênçãos terrestres que comunicamos a outros podem ser, e são-no com freqüência, retribuídas em bondade. O que damos, é-nos muitas vezes recompensado, em tempos de necessidade, quadruplicado, na moeda do reino. Além disto, porém, todas as dádivas são retribuídas, mesmo aqui, em uma mais plena absorção de Seu amor, o que é o resumo de toda glória celeste e seu tesouro. O Maior Discurso de Cristo, pág. 136.

A Regra Áurea Faz Felicidade
“Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós.” Mat. 7:12. O Salvador ensinou este princípio para tornar feliz a humanidade, e não infeliz; pois de nenhum outro modo pode vir a felicidade. Deus deseja que homens e mulheres vivam a vida mais elevada. Concede-lhes a bênção da vida, não meramente para os habilitar a conseguir abastança, mas para aperfeiçoar suas faculdades superiores mediante o realizar a obra que confiou à humanidade – obra de dar busca às necessidades dos semelhantes e aliviá-las. O homem deve trabalhar, não em favor de seu interesse egoísta, mas do interesse de cada um dos que o cercam, abençoando os outros por sua influência e boas obras. Esse propósito de Deus é exemplificado na vida de Cristo. Minha Consagração Hoje (Meditações Matinais, 1989), pág. 165.

A Regra Áurea
O Salvador ensinou este princípio [a regra áurea] para tornar feliz a humanidade, e não infeliz; pois de nenhum outro modo pode vir a felicidade. Deus deseja que homens e mulheres vivam a vida mais elevada. Concede-lhes a bênção da vida, não meramente para os habilitar a conseguir abastança, mas para aperfeiçoar suas faculdades superiores mediante o realizar a obra que confiou à humanidade – obra de dar busca às necessidades dos semelhantes e aliviá-las. O homem deve trabalhar, não em favor de seu interesse egoísta, mas do interesse de cada um dos que o cercam, abençoando os outros por sua influência e boas obras. Esse propósito de Deus é exemplificado na vida de Cristo. Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, pág. 645.

Não permitamos que seja dado acerca de qualquer de nós o testemunho: “A religião não os tornou nada melhores. São tão condescendentes consigo mesmos como os mundanos, tão astutos nos negócios como sempre”. Todos quantos dão tal fruto espalham com Cristo em vez de com Ele ajuntar. Põem obstáculos no caminho daqueles a quem, por uma orientação coerente, poderiam ganhar para Jesus. É nosso dever como cristãos dar ao mundo provas inequívocas de que estamos obedecendo ao grande mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mat. 19:19), que é o mesmo que a regra áurea de nosso Salvador: “Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós”. Mat. 7:12. Signs of the Times, 12 de janeiro de 1882.

Em vossa associação com outros, colocai-vos em seu lugar. Penetrai-lhes nos sentimentos, nas dificuldades, nas decepções, nas alegrias e tristezas. Identificai-vos com eles, e depois, fazei-lhes como, se fossem trocados os lugares, desejaríeis que eles procedessem para convosco. Essa é a verdadeira regra da honestidade. É outra expressão da lei: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Mat. 22:39. E isso constitui a substância dos ensinos dos profetas. É um princípio do Céu, e desenvolver-se-á em todos quantos se acharem habilitados a participar de sua santa convivência.

A regra áurea é o princípio da verdadeira cortesia, e sua mais genuína ilustração se manifesta na vida e no caráter de Jesus. Oh! que suave e bela influência partia da vida diária de nosso Salvador! Que doçura exalava só de Sua presença! O mesmo espírito se revelará em Seus filhos. Aqueles em quem Cristo habita, serão circundados duma atmosfera divina. Suas brancas vestes de pureza recenderão o perfume do jardim do Senhor. Seus rostos refletirão a luz do Seu, iluminando o trilho para pés fatigados e prontos a tropeçar.

Homem algum que tenha o verdadeiro ideal quanto a um caráter perfeito, deixará de manifestar o espírito de compreensão e ternura de Cristo. A influência da graça há de abrandar o coração, refinar e purificar os sentimentos, dando uma delicadeza e um senso de correção de origem celeste. O Maior Discurso de Cristo, págs. 134 e 135.
Fonte: Mensagens aos Jovens, pág. 420.

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